A perseguição havia durado menos de quinze minutos, quando cercamos o criminoso assim que tentara fugir.
Não sei qual crime que o cara cometeu. Mas parece que o castigo seria pesado. Minha amiga Julia, seu noivo André, e eu, levamos o criminoso para os aposentos dos fundos da casa. Desde sua captura ele não emitia nenhum som.
Julia usava uma saia preta e que cobria metade de sua bunda, o tecido da blusa tão fino que apenas permitia esconder parte de seu colo.
Parece que a perseguição havia excitado eles, André estava retirado o pedaço mínimo do tecido. Ele tentou ser delicado, mas acabou rasgando pela fragilidade do mesmo.
Pedi gentilmente que não ficassem de brincadeira naquele momento, teríamos que resolver a situação daquele criminoso. Ele ficou com o olhar fixo nos seios enormes e pontudos de Julia. Puxei seu rosto para mim e dei um grito para ele segurar a onda. E dei outro berro nos outros dois idiotas.
Julia começou a rir e pegou o criminoso e deitou ele na cama. Com o peso dele, ela acabou se desequilibrando. E eu saí de perto.
Para alegria daquele ser que agora estava deitado e as mãos atadas, uma das mulheres mais gostosas que ele iria conhecer em vida, acabava de deitar em cima dele seminua. O homem arfou e eu fiquei sem fôlego com a cena. Olhei para André que também olhava fascinado, Julia havia também se empinado mais e de propósito, não tinha nada embaixo da minúscula saia preta e conseguimos ter uma visão privilegiada de sua bunda para cima e seus peitos em cima do rosto do criminoso.
Por que ela estava fazendo isso? Como ela gosta de provocar viu, não adianta chamar atenção, mas ali não era momento daquilo.
Puxei ela bruscamente de cima e o André brigou com ela, pois era para terem feitos juntos. Ela disse que isso seria a melhor coisa do momento e queria que fizéssemos parte. Ela pegou meu pescoço com força e me deu um beijo na boca. A princípio me afastei e voltei a olhar para André, ele deu um sorriso bobo e fez uma afirmação com o rosto, fechei meus olhos e puxei para mim aquela gostosa.
Era impossível brigar ou negar qualquer coisa que a Julia quisesse. E eu também não tinha nenhuma vontade de resistir.
André começou a se despir também, e Julia não parava de me beijar com muita vontade e começou a tirar a minha roupa. Eu enfiei minha mão embaixo da saia dela e comecei a apertar com muita vontade até deixar minha marca naquela bunda enorme. Já estávamos nuas, mas ainda em pé nos apertando em todos os lugares, com marcas vermelhas dos apertões e chupões. André havia sentado na beirada da cama e começou a alisar seu próprio membro que estava tão ereto que parecia que ia explodir ali mesmo.
Havia esquecido do criminoso, virei meu rosto de Julia e voltei a olhar para ele que já estava suando e com o corpo vermelho de desejo. Julia desceu sua boca até o bico do meu seio e começou a sugá-lo com muita vontade e eu gemi alto e cai na cama, André veio ao lado dela e colocou seu dedo na minha vagina, apenas por cima, fazendo movimentos repetitivos e em sincronia com a boca de sua noiva chupando meus seios com toda vontade.
Já não estava aguentando de tanto prazer. Peguei a mão do André e puxei mais forte na minha vagina para fazer mais força, depois Julia retirou sua boca deliciosa dos meus peitos e meu deu um último beijo com sua língua passando por toda minha boca. André assumiu agora, e passou a me beijar com vontade, e seus dedos brincando embaixo. Julia começou a se tocar, e fazia gestos para o criminoso que tudo olhava, ela reparou no sofrimento dele e resolveu começar a despir ele.
Pedi para André parar um pouco e fomos ajudar Julia a despir o criminoso. Ela então decidiu que ele deveria ter as mãos desatadas. Eu me assustei e temi com aquilo. Ela tinha certeza do que estava fazendo? André permitiu, ela estava sentada bem no meio das pernas do nosso prisioneiro e que agora estava com seu membro muito ereto e ela ficou roçando nele e decidiu que ele deveria ao mesmo tempo apertar os peitos dela e chupá-los.
Essa era a sentença? Ele estava condenado.
O criminoso nem pensou duas vezes, foi com tudo com a boca naqueles peitos gostosos. Ela começou a gemer, e foi cavalgar no criminoso cada vez mais veloz. O cara estava doido. Eu e André ficamos encarando aquilo de maneira ciumenta e possessiva. Até que Julia soltou um longo gemido e me chamou.
Eu fui e tirei ela de cima do criminoso e comecei a chupar seus seios, já não aguentava mais me segurar com essa vontade. Ela acabou me virando pra frente do criminoso e agarrou forte minha bunda até que ela estava atrás de mim e eu em cima dele. Ela foi e passou a língua pelo meu corpo e o homem começou a chupar com mais ainda vontade os meus peitos.
André pegou Julia e a colocou de quatro no chão e começou a penetrar nela, e o criminoso me puxava com tanto tesão que me entreguei para ele de um jeito muito forte e poderoso. Suas mãos preenchiam todo meu corpo, parecia um polvo e eu peguei seu membro e enfiei com toda vontade dentro de mim até não aguentar com nosso próprio gozo.
Pareceu que duraram horas.
No dia seguinte, percebi um incômodo. Ainda estava nua, mas estava com os braços e as pernas presas. Julia e André ainda dormiam e estavam na mesma situação que eu. Comecei a ficar apreensiva e quando olho para cima, o criminoso está olhando para mim com um olhar de desejo.
Fiquei muito irritada, tento sair, mas não consigo. Ele chega até perto da minha orelha e diz que eu fui maravilhosa e que nunca encontrou uma mulher como eu. Começa ainda a descer sua boca até parar em meu seio que posso ver que está com várias marcas roxas da noite selvagem que tivemos.
Ele começa a me chupar, cada vez mais forte. Quero ficar com raiva, mas não consigo pensar mais em nada, seus dedos começam a me tocar em baixo com uma mão, a outra pega no outro seio desprotegido. E assim ele me enche com mais prazer até que eu dê um gemido baixo e xingue ele no final.
Ele se despede dizendo que espera me encontrar novamente. E vai embora.
Continua...




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